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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

O que eu vou ser quando crescer?

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Desde pequenos escutamos aquela pergunta: O que você quer ser quando crescer? E como a mente de uma criança é cheia de fantasias e sonhos, surgem profissões como astronauta, bailarina, professor, ator, jogador de futebol, médico e agora temos até youtuber.
Assim que saímos do ensino médio, ficamos eufóricos e ao mesmo tempo amedrontados com essa mesma pergunta, só que agora perguntamos a nós mesmos: E agora? O que eu vou ser quando crescer? Acho que essa pergunta, no fundo, nunca deixa de existir, mesmo quando estamos mais velhos. 
Achar uma profissão que a gente realmente gosta nunca será uma tarefa fácil. É claro que algumas pessoas já escolhem o que querem ser desde pequenas, mas nem todos tem a facilidade para tomar essa decisão. Acredito que para definir que caminho seguir, você tem que se conhecer melhor, saber do que gosta e do que não gosta e quais são suas habilidades.
E se por um acaso você escolher trilhar um caminho, não significa que deve segui-lo para sempre. As coisas mudam muito rápido, assim como as pessoas e principalmente o mercado de trabalho.
De qualquer maneira, acabamos escolhendo o que relativamente gostamos e partimos para um curso de graduação. Usamos todo o nosso potencial entre trabalho e estudos e nos formamos. E aí volta a pergunta: E agora? O que eu vou ser quando crescer? 
Nessa fase, já estamos um pouco mais maduros, mergulhamos no mercado de trabalho cheio de opções, porém, muitas vezes, acabamos fazendo algo totalmente diferente do que passamos quatro, cinco ou até mesmo seis anos estudando. Isso é uma coisa ruim? Eu digo que não, muito pelo contrário, é claro que às vezes é frustrante, mas pensando por outro lado, é assim que você vai aprender a fazer coisas diferentes e novas, que irão se agregar ao seu currículo, te ajudando a fazer network e também fazer com que você seja um profissional muito mais completo, competente e de mente aberta.
Cada etapa que passamos acontece por algum motivo, independente de qual seja ele. O importante é pensar que sempre que voltarmos à pergunta: E agora? O que eu vou ser quando crescer? É não desistir e sim persistir confiando que você pode tudo se acreditar em si mesmo. Afinal, um profissional que trabalha de bem com a vida rende muito mais e se sente realizado.
Escrito por: Nathalia Vaccaro  


domingo, 21 de fevereiro de 2016

Atividade de Português - 7º Ano (com gabarito)

MINHAS FILHAS

Minhas filhas eu vejo que são três
E cada qual é da beleza irmã,
Se eu quero Lúcia, muito quero Inês
Da mesma forma quero Miriam.

Vendo a meiguice da primeira filha,
Vejo a segunda que me prende e encanta
A mesma estrela que reluz e brilha,
Se olho a terceira, vejo a mesma santa.

Se a cada uma com fervor venero,
Fico confuso sem saber das três
Qual a mais linda e qual mais eu quero
Se é Miriam, se é Lúcia ou se é Inês.

E já velho, a pensar de quando em quando
Que brevemente voltarei ao pó,
Eu sou feliz e morrerei pensando
Que as três filha que tenho é uma só.

PATATIVA DO ASSARÉ. Antologia Poética. 4.ed. rev. Fortaleza: Demócrito Rocha, 2004. p.233.


1 - Para o velho, a primeira filha se destaca pela

a) beleza.
b) comportamento
c) meiguice.
d) obediência
e) inteligência.

2 -  Ao dizer “brevemente voltarei ao pó”, o velho revela que:

a) reconhece que seu fim está próximo.
b) sabe das dificuldades da sua sobrevivência.
c) sente necessidade de se afastar de casa.
d) vai percorrer estradas empoeiradas.
e) é um velho muito solitário.

3 –  “Minhas filhas” é um poema porque está organizado em:

a) orações e versos.
b) versos e estrofes.
c) parágrafos e estrofes.
d) períodos e parágrafos.
e) parágrafos e versos.

4 - O velho  acha que suas filhas são igualmente:

a) belas.
b) dedicadas.
c) meigas
d) obedientes.
e) inteligentes.
5 -  O poema trata especialmente

a) das preferências de um pai.
b) de uma relação familiar harmoniosa.
c) do afeto de um homem por suas filhas.
d) do respeito das filhas pelo pai.
e) do amor de um pai para uma só filha.


6 - No trecho: “Vou buscando meu amor para ver a vida passar”. A locução sublinhada, apresenta o verbo na forma nominal de:

a) infinitivo
b) particípio
c) gerúndio
d) imperativo
e) n.d.a

7 - “Ela andou rápido, mas foi pouco tempo, de acordo com o treinador”. A oração apresenta os seguintes advérbios, respectivamente:

a) tempo – lugar
b) modo – intensidade
c) lugar – intensidade
d) tempo – intensidade
e) intensidade – modo

8 -  “Outra lição que Joãozinho já aprendeu é não ir acreditando em tudo que dizem.”

Os verbos sublinhados encontram-se, na seqüência, nos seguintes tempos, modos ou formas nominais:

a) Pret. perfeito do indicativo, locução verbal, pretérito perfeito do indicativo.
b) Pret. perfeito do indicativo, locução verbal com gerúndio, pretérito perfeito do indicativo.
c) Pret. perfeito do indicativo, locução verbal com gerúndio, presente do indicativo.
d) Pret. perfeito do indicativo, locução verbal com gerúndio, futuro do pretérito do indicativo.
e) Pret. perfeito do indicativo, locução verbal , futuro do presente.


GABARITO

1 – C
2 – A
3 – B
4 – A
5 – C
6 – C
7 – B

8 – C

domingo, 12 de outubro de 2014

De novo ou denovo

De novo ou denovo

É muito comum escrever “denovo” junto, mas está completamente incorreto! Denovo não existe! A forma correta é escrever “de novo” separado.

De novo é uma locução adverbial composta pela preposição de e pelo adjetivo ou substantivo novo.

Quando tiver dúvida na hora de escrever de novo, substitua por novamente ou outra vez e manterá o mesmo significado.

Exemplo: 

  • De novo voltarei ao Rio de Janeiro = Novamente voltarei ao Rio de Janeiro. 
  • Não acredito que você fez isto de novo = Não acredito que você fez isto novamente! 
  • Terei que reescrever esta monografia de novo = Terei que reescrever esta monografia outra vez! 

Fonte: como escreve.com

quinta-feira, 20 de março de 2014

Inglês com Filmes New Headway - Part 1 (Para Iniciantes)

APRENDA INGLÊS EM CASA!

O particípio "entregue" ou "entregado"


Você lembra o que é particípio? São formas como "falado", "beijado", "bebido", "esquecido".... Há verbos, muitos verbos, que têm dois particípios. Na hora de escolherem entre um e outro, as pessoas comumente ficam em dúvida. Dois exemplos: o verbo "salvar" tem dois particípios, "salvo" e "salvado". O verbo "entregar" também: "entregado" e "entregue".
O "Nossa Língua Portuguesa" foi às ruas perguntar qual a forma correta :
"Eu havia entregado o pacote" ou "Eu havia entregue o pacote"?
Das oito pessoas entrevistadas, quatro acertaram: "Eu havia entregado o pacote". Este é o que as gramáticas chamam de particípio longo, regular, que termina em "-ado" ou "-ido" . O particípio longo é usado quando o verbo auxiliar é "ter" ou "haver". Os particípios curtos, irregulares, como "salvo" e "entregue", são usados quando o verbo auxiliar é "ser" ou "estar". Portanto:
Particípio longoEu havia entregado o pacote.
O árbitro tinha expulsado o jogador.
Ele foi condecorado por ter salvado a moça.
Particípio curtoO pacote foi entregue.
O jogador foi expulso.
A moça foi salva, e isso lhe valeu uma condecoração.
Claro que essa regra vale apenas para verbos que têm dois particípios. Nos verbos com um único particípio, não há escolha. O verbo "fazer", por exemplo, tem um só particípio. 
Não se diz "Eu tinha fazido a comida", e sim "eu tinha feito a comida".
Cuidado com o verbo "chegar": apesar de muitos dizerem "Eu tinha chego", na língua culta o particípio desse verbo é "chegado". Em situações formais, diga e escreva sempre "Eu tinha chegado".

Fonte: Alô Escola